Ponte Preta mantém a política salarial

Tentando evitar que se repitam os problemas do Campeonato Brasileiro do ano passado, com a falta de dinheiro e a saída de vários jogadores, a Ponte Preta já anunciou que irá continuar adotando a política "pés no chão" que implantou no começo desta temporada. O vice-presidente Marco Antônio Eberlin garantiu que o teto salarial de R$ 12 mil, estabelecido para equilibrar as finanças do clube, será mantido.Até agora, a medida tem dado resultado, ao evitar a debandada geral de jogadores que tanto atrapalhou a Ponte nem 2003. O dirigente, porém, ainda teme que os principais atletas do elenco saiam, seduzidos por propostas de outros clubes. "Não vamos fugir do orçamento que foi definido. Mas se vier alguma proposta, a gente vai discutir com o jogador e ver o que é melhor para todos. No caso de uma quebra de contrato, o jogador terá direito a uma compensação financeira", revelou.Marco Antônio Eberlin garantiu que o volante Romeu continua na Ponte. Outro que fica no clube é o meia André Cunha. Além disso, a Ponte Preta ainda pretende contratar mais quatro jogadores. Alguns nomes foram cogitados, mas, até o momento, apenas o meia Terrão, ex-Juventus, foi o único que já se apresentou no estádio Moisés Lucarelli.A pré-temporada para o Brasileiro irá começar na segunda-feira. Na primeira semana, o elenco da Ponte trabalhará apenas a parte física, com o preparador Luís Fernando Goulart. Na segunda, os exercícios serão intercalados com treinos táticos e na terceira semana, será definido o time para a estréia no dia 21 de abril, contra o Corinthians, no Pacaembu.

Agencia Estado,

25 de março de 2004 | 16h28

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