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Ponte Preta reclama da diferença nas cotas de TV

'As cotas precisam ser mais igualitárias', defende o vice-presidente do clube, Giovanni Dimarzio

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2017 | 07h00

A diretoria da Ponte Preta afirma que um dos maiores motivos da desigualdade entre os clubes brasileiros é a diferença na distribuição das cotas de TV. Os grandes times do País recebem mais que os outros pela transmissão das partidas. Na final do Campeonato Paulista, por exemplo, a diferença é gigantesca. Enquanto o Corinthians ganha R$ 17 milhões, o time de Campinas tem direito a apenas R$ 5 milhões. 

“As cotas precisam ser mais igualitárias”, defende o vice-presidente do clube, Giovanni Dimarzio. “Com uma cota maior, os clubes poderiam investir mais nas categorias de base e revelar jogadores”, diz. 

Do time que disputa o título, sete jogadores passaram pelas base da Ponte: Matheus Jesus, Ivan, Emerson, Ravanelli, Yuri, Jeferson e Reynaldo – os dois últimos podem ser titulares. 

Nesta quinta-feira, em treino fechado, o técnico Gilson Kleina testou algumas opções táticas. O zagueiro Fábio Ferreira deve entrar no lugar de Marllon, suspenso. Na lateral-direita, Nino Paraíba disputa posição com o próprio Jeferson. No meio, o experiente Renato Cajá está recuperado, mas tem poucas chances de ser escolhido. Com ele, a Ponte fica mais criativa, mas perde na marcação.

 

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