Fábio Leoni/ PontePress
Fábio Leoni/ PontePress

Ponte Preta só admite a vitória contra o Atlético-PR na briga para não cair

Equipe precisa garantir três vitórias consecutivas para escapar do rebaixamento

Estadao Conteudo

15 Novembro 2017 | 06h18

Para escapar do rebaixamento, a Ponte Preta precisa fazer o que ainda não fez no Campeonato Brasileiro: vencer três jogos seguidos. Nesta quarta-feira, às 17 horas, o time campineiro recebe o Atlético Paranaense, em Campinas (SP), pela 35.ª rodada. A torcida promete lotar o estádio Moisés Lucarelli no feriado nacional da Proclamação da República, com ingressos que custam promocionais ao custo de R$ 10 e R$ 5. Em campo, o time tem apenas duas vitórias nos últimos 10 jogos, além de dois empates e mais seis derrotas.

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Vindo de um empate importante com o Coritiba por 1 a 1, fora de casa, a Ponte Preta seguiu viva na disputa para sair das quatro últimas posições. Com 36 pontos, o time ainda mantém a meta de alcançar 45, pontuação considerada ideal para fugir do rebaixamento. Mas, para isso, precisa somar nove dos 12 pontos que ainda tem em disputa. Os últimos três jogos serão contra Fluminense, Vitória (este em casa) e Vasco.

Ciente da missão que terá pela frente, o técnico Eduardo Baptista aposta na mesma formação que jogou contra o Coritiba no último final de semana. Para ele, o time mostrou muita garra para sair de Curitiba com um ponto e jogadores como Wendel, Léo Artur e Léo Gamalho devem ser mantidos.

Por outro lado, o atacante Emerson Sheik aos poucos parece estar fora dos planos do treinador, que se mostrou descontente com a ausência do jogador no empate fora de casa. Ele não foi relacionado para o jogo, extraoficialmente por estar machucado. O experiente volante Fernando Bob, que cumpriu suspensão automática, deve ser opção no banco de reservas.

Essa pode ser a primeira vez desde que voltou para o clube que o técnico tem a oportunidade de escalar o mesmo time duas rodadas consecutivas. Nos 10 jogos até agora, ele sempre foi obrigado a mexer nos titulares, seja por suspensão ou lesão. "Acredito que terei o Renato Cajá por pelo menos 20 minutos e teremos mais uma opção. Nesse momento todos têm que estar à disposição para nos ajudar", completou Eduardo Baptista.

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