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Ponte Preta tenta se recuperar de agressões e presidente pede punição

Delegação foi cercada por um grupo de 20 torcedores na chegada ao Aeroporto de Viracopos na segunda-feira

Estadão Conteúdo

26 de setembro de 2017 | 19h19

O que era para ser um dia produtivo de trabalho na Ponte Preta acabou se transformando numa lamentação geral por conta das agressões sofridas pela delegação no dia anterior por um grupo de torcedores. A terça-feira serviu para juntar os cacos e tentar seguir adiante, mas agora com o time dentro da zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro, com 28 pontos, em 18.º lugar.

Na apresentação dos jogadores no período da tarde, era visível o clima de desconfiança. Na segunda-feira, a delegação foi cercada por um grupo estimado em 20 torcedores na chegada ao Aeroporto de Viracopos. Além dos xingamentos, houve agressão ao atacante Lucca, ao volante Fernando Bob e ao gerente de futebol Gustavo Bueno. O ônibus do clube também teve vidros e parte da lataria danificados.

Por conta disso, foi registrado um boletim de ocorrência. Pela manhã, a diretoria divulgou uma nota de repúdio ao ato. À tarde, o presidente Vanderlei Pereira conversou com os jogadores na tentativa de tranquilizá-los, além de prometer ações legais cabíveis ao caso. "Nós queremos que os responsáveis sejam punidos e evitar que ações de maior gravidade possam ocorrer", afirmou.

Pereira também insinuou a participação de um grupo de oposição nas ações, mas conclamou o apoio de todos. "Agora não é situação ou oposição. Todos têm o dever de abraçar o clube, junto com a nossa torcida. Olha o exemplo da torcida do São Paulo, que levou mais de 60 mil ao Morumbi", completou.

O presidente pensa em fazer uma promoção de ingressos para o jogo contra o Flamengo, na próxima segunda-feira à noite, no estádio Moisés Lucarelli. Inicialmente, os valores seriam de R$ 40 e R$ 20, mas o dirigente admitiu a possibilidade de alteração de última hora, com preços simbólicos de R$ 10 e R$ 5.

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