Ponte quer mais dinheiro de Koff

A Ponte Preta espera, nos próximos dias, uma definição do Clube dos 13, presidido por Fábio Koff, quanto ao valor que terá direito pela exibição de seus jogos no Campeonato Brasileiro deste ano. A sua cota seria de apenas R$ 290 mil mensais, valor considerado baixo pelo time de Campinas e os demais excluídos (Juventude, Fortaleza, Paysandu, Figueirense, São Caetano, Paraná e Criciúma) do seleto Clube dos 13, que receberá R$ 225 milhões da Rede Globo pela transmissão da competição. "Não recebemos nenhuma proposta oficial até agora. Estamos esperando uma definição do Clube dos 13. Mas, qualquer que seja a resposta deles vamos convocar a imprensa para explicar o que vem acontecendo nesses últimos meses", explicou Paulo Aldrighi, assessor da presidência ponte-pretana. Para o vice-presidente Marco Antônio Eberlim, a Ponte Preta merece ser respeitada por sua tradição e ele sugere uma paridade com o que recebeu o rival da cidade, o Guarani, algo em torno de R$ 700 mil mensais. "Existe um equilíbrio entre os três clubes - Paraná, Coritiba e Atlético - do Paraná", comentou. A Ponte Preta e os demais excluídos também não descartam a possibilidade de negociarem diretamente com outra emissora de televisão para vender os direitos de transmissão de seus jogos no Brasileirão. Mas o dirigente admite que seria "uma negociação mais complicada". De saída - O volante Fabinho e os meias Adrianinho e Wesley podem ser os próximos a deixar o Majestoso. Os dois primeiros têm propostas de clubes do Brasil e do exterior e dificilmente permanecerão no clube para o Campeonato Brasileiro. Já Wesley, irritado com a reserva, ameaça deixar o clube. A Ponte, livre do rebaixamento, volta a jogar pelo Torneio da Morte sexta-feira, em Rio Preto, contra o América. O jogo seria disputado sábado à tarde, mas foi antecipado para em comum acordo entre os clubes.

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