Victor Hafner/ Divulgação
Victor Hafner/ Divulgação

Ponte quer mulheres e crianças ao invés de portões fechados

Campineiro se inspira em ação do Fenerbahçe, da Turquia, em 2011

Estadão Conteúdo

06 Março 2015 | 14h17

A diretoria da Ponte Preta entrou, nesta sexta-feira, com uma representação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) solicitando uma mudança na punição de perda de mando no Campeonato Brasileiro. A ideia do clube de Campinas é a troca da pena por portões fechados para a liberação apenas de mulheres e crianças de até 12 anos.

A princípio, Ponte terá de atuar com portões fechados nas partidas contra São Paulo e Chapecoense, válidas pela segunda e quarta rodadas da próxima edição do Brasileirão, respectivamente.

O clube, porém, decidiu adotar o exemplo do Fenerbahçe, da Turquia, que em 2011 sofreu punição similar e levou mais 40 mil torcedores ao estádio, apenas com mulheres e crianças. "Em vez de se punir toda uma torcida pelo ato de alguns vândalos, propomos liberar mulheres e crianças, que nunca se envolvem em briga", explicou o diretor jurídico Giuliano Guerreiro.

A Ponte Preta foi punida por confusão envolvendo a torcida no ano passado no jogo contra o Joinville, pela Série B. Ambos os times terão de realizar partida com portões fechados. O Joinville perdeu um mando e Ponte Preta dois, já que era reincidente.

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