Ponte tem jogo difícil contra o Etti

A Ponte Preta recebe o Etti Jundiaí neste sábado, às 16 horas, no estádio Moisés Lucarelli, pela nona rodada do Torneio Rio-São Paulo, em busca da reabilitação na temporada. Depois de perder para São Paulo e São Caetano pelo Rio-São Paulo, e Juventude, pela Copa do Brasil, o time do técnico Oswaldo Alvarez precisa da vitória para voltar a figurar entre os quatro primeiros da competição regional. Além da rivalidade, os dois times buscam uma vaga nas semifinais. A Ponte tem 13 pontos, na sétima posição, enquanto o Jundiaí soma um ponto a menos, em décimo lugar. Mais uma vez, Vadão tem problemas para escalar o time. Com o zagueiro Ronaldão machucado, o meia Marquinhos e o atacante Washington, suspensos, o técnico já confirmou os substitutos. Alex Oliveira continua na defesa, enquanto Lucas fará o papel de segurar os zagueiros no ataque. Mas a grande esperança é Adrianinho que, finalmente, começa jogando. "Fazia tempo que esperava por esta chance", comentou o meia, de rara habilidade e que não tem demonstrado dinâmica de jogo, mas que é o "xodó" da torcida. A idéia de Vadão é colocar os dois volantes - Roberto e Mineiro- na proteção da defesa, permitindo o avanços dos laterais. O time, de novo, terá características ofensivas, num esquema 4-3-3. "Temos que tomar as iniciativas de jogo", reforça o técnico. Um certo mal estar contaminou o ambiente, fruto dos últimos três tropeços e do atraso, em dois meses, de salários. Mas se depender do adversário, ainda não será desta vez que a Ponte conseguirá a sua reabilitação. A vitória de 1 a 0 sobre o Guarani deu motivação aos jogadores do Galo, que esperam vencer outro adversário de Campinas. Na última vez que se enfrentaram no Majestoso, o Etti venceu por 1 a 0, adiando em duas rodadas o acesso da Ponte Preta à elite do futebol paulista. Para este jogo, o técnico Giba não poderá contar com o volante Vágner Mancini, que ainda se recupera de uma lesão no joelho direito. Léo continua no meio-campo ao lado de Fábio Gomes com a responsabilidade de dar cobertura à defesa. Atrás, o zagueiro Márcio Santos ganhou a posição de titular. Depois de estrear contra o Guarani, o tetracampeão mundial agradou o treinador e tem presença confirmada, mesmo estando longe de sua melhor forma física. "A experiência do Márcio (Santos) é importante, principalmente pela falta do Mancini", justifica Giba. O esquema de marcação montado por Giba é parecido ao de Vadão, mas difere na disposição tática com um número maior de homens no meio-campo. São quatro jogadores no setor e apenas dois atacantes: Nenê e Jean Carlos, os goleadores do time, respectivamente, com cinco e seis gols.

Agencia Estado,

08 Março 2002 | 15h50

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