Ponte tenta contornar princípio de crise

A primeira derrota no Campeonato Paulista já ameaça a tranqüilidade que a Ponte Preta havia reconquistado com a seqüência de bons resultados. Por isso, a comissão técnica está atenta para não deixar os jogadores escaparem a vaga para a próxima fase, que está muito próxima.Após a derrota para o Atlético Sorocaba, no domingo, o capitão Piá não poupou críticas aos seus companheiros. "A Ponte sempre foi time de garra. Foi sempre assim que vencemos. Mas os jogadores jogaram como mariposas e bambis, com toquinhos de lado e sorrisinho no rosto. Isso não pode acontecer novamente", disparou.A declaração gerou um certo mal-estar entre os jogadores, mas o atacante Weldon, que perdeu um pênalti e foi um dos principais alvos das críticas, preferiu não polemizar. "Ele (Piá) falou aquilo no calor do jogo. Está tudo normal", amenizou.O técnico Estevam Soares também se mostrou visivelmente insatisfeito pelo pênalti desperdiçado por Weldon. De acordo com ele, os batedores oficiais são o meia Piá e o atacante Anselmo. "Os dois treinaram durante a semana, não era para Weldon ter pego a bola para bater", revelou.Apesar da derrota, a Ponte continua na segunda colocação do grupo 1, com 13 pontos. Na última rodada, o time enfrenta o Rio Branco em Campinas. Para esse jogo, Estevam Soares terá as voltas do ala-direito André Cunha e do volante Romeu, que estavam suspensos com três cartões amarelos.

Agencia Estado,

08 de março de 2004 | 17h31

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