Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Por fim de jejum e volta do bom futebol, seleção encara a Nigéria em Cingapura

Everton e Renan Lodi ganham chances como titulares para evitar quarto jogo consecutivo sem vitória

Redação, Estadão Conteúdo

12 de outubro de 2019 | 23h23

Com duas modificações em relação ao empate com o Senegal, na última quinta-feira, o Brasil entra em campo neste domingo, às 9h (horário de Brasília), diante da Nigéria, para encerrar o maior jejum sob o comando do técnico Tite, que assumiu em agosto de 2016. Everton Cebolinha e Renan Lodi ganham uma chance. Com isso, Neymar vai jogar mais centralizado.

A seleção não vence desde que conquistou o título da Copa América, em julho. Depois disso foram dois empates (Senegal e Colômbia) e uma derrota para o Peru, mesmo rival que superou na final, no Maracanã.

Philippe Coutinho e Alex Sandro perderam o lugar na equipe titular. Na lateral esquerda, Renan Lodi ganhou o posto de Alex Sandro, que vinha sendo frequentemente escalado desde a Copa América. Já Everton treinou no lugar de Philippe Coutinho, o que fará com que Neymar saia do ataque para dar a vaga ao gremista e seja recuado para o meio campo.

Sobre a entrada de Lodi, a justificativa de Tite residiu na parte física. "O Renan (Lodi) foi em função da sequência do Alex Sandro. Vinha de sequência forte no clube (Juventus, da Itália), viagem, não estava totalmente recuperado. E tenho no Renan a tranquilidade de botar para jogar, pois teve ascensão muito grande", explicou.

Já com respeito ao jogador do Bayern de Munique, Tite atribui a opção devido à realização de testes no time. "Temos mudado a forma de jogar, as funções até mais do que a forma. Tem servido para esses ajustes. Jogadores de profundidade de lado, armação. Por isso a opção pela saída do Coutinho. Isso não é simples, porque quando você muda característica você muda a mecânica da equipe".

Indagado sobre uma possível preocupação com questionamentos a respeito de sua segurança no cargo devido aos três jogos sem vencer após a Copa América - empatou com Colômbia e Senegal e perdeu para o Peru -, Tite respondeu que continua mais atento ao que a equipe tem feito em campo.

"O desempenho preocupa, se a equipe está equilibrada. Placar é consequência e às vezes não diz o que foi o jogo. A pressão de vencer é normal e existe. Mas tem que ser encarada com discernimento. Importa jogar bem, ter uma equipe equilibrada, sim", argumentou o treinador.

A seleção brasileira deve entrar em campo neste domingo escalada com Ederson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Renan Lodi; Casemiro, Arthur e Neymar; Gabriel Jesus, Roberto Firmino e Everton.

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