Por segurança, Nigéria quer mudar concentração na Copa

Por questões de segurança, a seleção da Nigéria está insatisfeita com o hotel escolhido para ser sua concentração durante a Copa do Mundo, e está buscando novo alojamento, apesar da ordem emitida na última semana pela Fifa, que determina que nenhuma seleção pode mudar as reservas para o Mundial.

EFE

29 de abril de 2010 | 10h28

"Estou preocupado pelo barulho. Não confio na segurança deste lugar", disse ao jornal The Mercury o ministro nigeriano de Esportes, Ibrahim Bio, que desde quarta-feira está na província de Kwazulu-Natal, onde fica a concentração da Nigéria, ao lado do treinador da seleção, o sueco Lars Lagerbäck.

A visita de Bio e Lagerbäck acontece depois das críticas da imprensa nigeriana ao Hotel Hampshire, na localidade de Ballito, que, segundo os veículos, não oferece segurança suficiente à equipe.

A dupla espera se reunir com representantes da Fifa na sexta-feira, apesar da escolha do hotel ter sido de inteira responsabilidade dos responsáveis da federação da Nigéria.

No entanto, após o fracasso do time na Copa Africana de Nações, a federação do país mudou totalmente a estrutura da seleção, demitindo o treinador Shuaibu Amodu, que deu lugar a Lagerbäck no início de fevereiro.

O treinador sueco, no entanto, não quis opinar sobre os hotéis. "Isto agora é uma decisão política. Eu entreguei minha lista de detalhes técnicos. Isso é tudo", se limitou a dizer.

A Nigéria está no Grupo B do Mundial, e fará sua estreia no dia 12 de junho, contra a Argentina. Depois, enfrenta Grécia (dia 17) e Coreia do Sul (dia 22).

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