Por temor a protesto, Palmeiras pode mudar local de treinamento

Gerente de futebol, Omar Feitosa, admite a possibilidade de atividade deste sábado ser longe da Academia de Futebol

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2014 | 13h13

O Palmeiras não vence há oito jogos no Campeonato Brasileiro e a torcida parece ter perdido de vez a paciência com o time. Por isso, membros das duas principais organizadas do clube organizaram um protesto na frente da Academia de Futebol para este sábado de manhã, no momento em que a equipe fará o último treino antes do clássico com o São Paulo, neste domingo. Por receio de algum ato violento, a atividade dos atletas pode ser transferida para outro local.

Depois do treinamento realizado nesta sexta-feira, o gerente de futebol do Palmeiras, Omar Feitosa, reuniu o elenco no centro do gramado e passou algumas recomendações para o treinamento deste sábado. "Pedimos mais cuidados para eles. Provavelmente, o treino da manhã ficará aqui (na Academia de Futebol), mas pode mudar", disse o dirigente, que não quis dar maiores detalhes sobre o assunto.

Na segunda-feira, membros da Mancha Alviverde foram até a frente do condomínio onde mora o presidente do clube, Paulo Nobre, para pedir reforços, exigir uma reunião com ele e a demissão de todos os dirigentes do departamento de futebol. O presidente não quis comentar o assunto e não tem dado entrevista. Ele estará presente no estádio do Pacaembu, domingo.

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