Portuguesa contrata psicólogo para tentar reagir

Enquanto o São Paulo recorreu ao apoio de sua torcida e usou até sal grosso na saída do vestiário para quebrar o longo jejum de vitórias no Brasileirão, a Portuguesa tenta achar uma solução para acabar com a sina de sofrer muitos gols no final das partidas, como aconteceu no último domingo, na derrota para o Atlético-MG, por 2 a 1, quando levou a virada aos 43 minutos do segundo tempo. Para tratar a ansiedade dos jogadores, a diretoria do clube contratou o psicólogo Hermes Ferreira Balbino, que vai trabalhar com o elenco pelo menos até o final da temporada.

AE, Agência Estado

26 de agosto de 2013 | 19h16

O psicólogo estará com a comissão técnica para auxiliar na preparação dos jogadores para as partidas. Além da derrota para o Atlético-MG, no tropeço diante do Bahia, pelo mesmo placar, na Copa Sul-Americana, o gol decisivo também saiu no final do jogo, assim como no empate contra o Coritiba, por 1 a 1, pelo Brasileirão. Ao todo, a Lusa contabiliza seis jogos com gols sofridos nos últimos minutos.

Formado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Hermes Ferreira Balbino também foi trabalhou na seleção brasileira feminina de basquete, com a qual participou de campanhas da conquista da Copa América, em 1997, da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991, e da prata na Olimpíada de Atlanta, em 1996. Além disso, ele tem passagem como psicólogo da Confederação Brasileira de Vôlei para as seleções femininas de Base.

Enquanto o psicólogo começa o trabalho, a Portuguesa volta a campo nesta quarta-feira, quando visita o Bahia, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pelo jogo de volta da Copa Sul-Americana. Pelo Brasileirão, no qual ocupa a penúltima colocação com 13 pontos, o próximo compromisso será no sábado, também contra o Bahia, dessa vez no Canindé.

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