Portuguesa deve utilizar o Canindé contra o Bragantino

Manuel da Lupa diz que providencia um alvará de segurança para que o estádio receba até 15 mil torcedores

22 de janeiro de 2008 | 14h03

O presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, acredita que a equipe só conseguirá voltar ao Canindé na partida contra o Bragantino, no dia 2 de fevereiro. O estádio está interditado pela Federação Paulista de Futebol (FPF) por não possuir um alvará de segurança. Veja também: Lusa deve negociar Leonardo com o Palmeiras "Estamos correndo atrás para conseguir o alvará", conta Da Lupa. "Querendo liberar o estádio com o Contru [Departamento de Controle de Uso de Imóveis] para 15 mil torcedores agora, mas depois é tentar a capacidade total." Da Lupa ainda criticou a FPF. "Acredito que estará tudo certo para o próximo jogo [como mandante]. Mas ainda estou preocupado porque, sem desrespeito, não sei como Marília, Itu, esses lugares têm alvará. Mas o presidente [da FPF] Marco Polo [del Nero] garante que eles têm, então trabalhamos para fazer nossa parte." A Portuguesa deveria receber o São Caetano nesta quinta-feira no Canindé, mas sem o alvará a partida será realizada em Jundiaí. Para o confronto, o técnico Vagner Benazzi pode escalar o time no 3-5-2. Depois de encarar o time do ABC, a Lusa pega Rio Claro e Juventus, fora de casa. Só contra o Bragantino, em fevereiro, é que a equipe volta a ter um mando de campo - é diante da equipe de Bragança que o Canindé deverá ser utilizado.

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