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Portuguesa diz que ameaças partiram de conselheiro

Ideia da diretoria lusitana é registrar Boletim de Ocorrência e evitar punição severa do STJD

AE, Agencia Estado

26 de agosto de 2009 | 12h49

A diretoria da Portuguesa revelou, através de nota oficial, que um conselheiro do clube foi o responsável pela confusão no vestiário do Estádio do Canindé após a derrota por 2 a 1 para o Vila Nova, na noite de terça-feira, pela 20.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. De acordo com o clube, não houve invasão.

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"O conselheiro Antônio José Vaz Pinto ["Toninho da Divena"], acompanhado pelo conselheiro Vitor Manuel Macedo Diniz ["Vitinho"] e por dois seguranças pessoais [policiais militares], teve acesso à tal área restrita, após se identificar à segurança do clube, como faz em todos os jogos", afirma a nota oficial.

A Portuguesa disse que foi surpreendida pelo comportamento de seu conselheiro. "O Sr. Antônio José Vaz Pinto proferiu impropérios ao grupo de jogadores e membros da comissão técnica, demonstrando total descontrole", justificou o clube, que prometeu punir o conselheiro.

"Tal atitude foi considerada inaceitável e totalmente reprovável pela diretoria, que tomará todas as medidas administrativas cabíveis contra o conselheiro, relatando os fatos ocorridos ao Presidente do Egrégio Conselho Deliberativo desta instituição".

O clube paulista disse que vai registrar um boletim de ocorrência ainda nesta quarta-feira. "A Associação Portuguesa de Desportos estará no dia de hoje pedindo a abertura de um Boletim de Ocorrência Policial de preservação de direitos", completa.

O técnico René Simões, que realizou sua terceira partida no comando da Portuguesa, foi quem relatou o tumulto ocorrido no Canindé. De acordo com ele, torcedores, armados, intimidaram os jogadores e fizeram ameaças. A Lusa completou o sexto jogo sem vitória - cinco derrotas e um empate - e se afastou do grupos dos quatro primeiros colocados da Série B.

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