Portuguesa economiza com advogado e é multada por confusão com Vila Nova

Depois do trauma do rebaixamento nos tribunais em 2013, que deu início a decadência da Portuguesa, o clube voltou aos tribunais nesta terça-feira. Desta vez, o caso não deve prejudicar tanto o time. A Lusa foi julgada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e multada em R$ 4 mil por conta de incidentes envolvendo a torcida na partida contra o Vila Nova, pelo jogo de volta das quartas de final da Série C, no Canindé.

Estadão Conteúdo

04 de novembro de 2015 | 20h33

Na ocasião, torcedores lusos foram acusados de atirar pedras no vestiário visitante. A alegação foi feita pelos próprios jogadores e comissão técnica dos goianos. O curioso no julgamento foi a falta de um advogado para representar a Portuguesa.

O presidente, Jorge Manuel Gonçalves, afirmou que não tem recursos para bancar uma defesa. "Como não temos recursos, sempre enviamos uma defesa por escrito. É comum isso. Óbvio que seria melhor uma pessoa", explicou o dirigente.

No final da audiência, a Lusa foi enquadrada no artigo 211, por deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização.

Esta primeira acusação rendeu uma multa de R$ 2 mil. Mais R$ 2 mil foram acrescentados por enquadramento no artigo 213, ou seja, "deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir: desordens em sua praça de desporto".

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