Portuguesa empata com Volta Redonda com 10 em campo

Lusa não realiza uma boa partida no Rio de Janeiro, mas segura pressão e sai com o placar de 0 a 0

Agência Estado,

19 de março de 2008 | 22h44

Na sua estréia na segunda fase da Copa do Brasil a Portuguesa apenas empatou sem gols com o Volta Redonda, nesta quarta-feira à noite, no Estádio Raulino de Oliveira. Mas o resultado foi bem recebido porque o time paulista atuou desde os 38 minutos do primeiro tempo com um jogador a menos, devido a expulsão do atacante Christian, por reclamação. Veja também: Resultados e calendário O jogo de volta vai ser realizado no dia 2 de abril no Canindé. E com uma simples vitória, a Lusa passa à terceira fase.Volta Redonda0Lugão; Alemão, Ailson     (Lucas) e Dedé; Renan, Schneider    , Alexandre, Ivis (Marcinho) e Glauber; Fábio e Pedrinho (Rony)Técnico: Alexandre GamaPortuguesa0André Luiz; Zé Maria     (Vaguinho), Bruno Rodrigo, Marco Aurélio e Bruno Recife; Dias, Erick, Carlos Alberto     e Ramón (Claudecir); Rogério     (Catatau) e Christian    Técnico: Vágner BenazziÁrbitro: Wallace Nascimento Valente-ESRenda: R$ 8.795,00Público: 1.638 pagantesEstádio: Raulino de Oliveira, em Volta RedondaBenazzi reclamou da arbitragem, mas aprovou o resultado. "Pelas circunstâncias o resultado foi bom, porque vamos decidir a vaga em casa. Mas o juiz nos atrapalhou bastante, porque a expulsão do Christian foi um absurdo. Sem contar outros erros".  A Portuguesa entrou completa, inclusive com Rogério mantido no ataque e Vaguinho sendo opção no banco de reservas. O jogo estava equilibrado até os 38 minutos, quando Christian foi expulso. Ele reclamou de um impedimento marcado contra ele e recebeu o cartão vermelho direito do juiz capixaba Wallace Nascimento Valente. Com mais volume de jogo, o Volta Redonda finalizou bastante, mas encontrou no goleiro André Luiz um obstáculo intransponível. Ele fez, pelo menos, três boas defesas que garantiram o importante empate da Lusa. A Portuguesa, agora, volta a campo, domingo, de novo, pelo Paulistão. E vai, de novo, pegar a estrada porque enfrentará o Rio Preto, em São José do Rio Preto, distante 360 quilômetros da capital. Benazzi teme, justamente, o desgaste com estas viagens.

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