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Portuguesa joga no Castelão buscando superar crise financeira

Clube abre mão de jogar em casa pensando em boa arrecadação em Fortaleza

O Estado de S. Paulo

27 de outubro de 2013 | 08h00

SÃO PAULO - A Portuguesa abriu mão de enfrentar o Flamengo em casa mesmo sabendo que a torcida rubro-negra estará em absoluta maioria no Castelão. O motivo, evidentemente, é financeiro. Em dificuldades nessa área, a diretoria espera amenizar o problema com uma arrecadação volumosa neste domingo. Os jogadores da Lusa divulgaram na sexta uma carta em que informam que os direitos de imagem estão três meses atrasados. Além disso, o clube não pagou o auxílio moradia em nenhum mês deste ano, nem a premiação de 2012.

Segundo os jogadores, havia a promessa de que o dinheiro arrecadado no jogo contra o Corinthians (que a diretoria da Lusa levou para Cuiabá pelos mesmos motivos que a fizeram levar a partida de hoje para Fortaleza) seria usado para pagar a dívida com os jogadores. "O que nunca ocorreu", denunciaram os jogadores na carta. "Nós continuaremos honrando a camisa da Portuguesa, mas tomaremos as medidas que se fazem necessárias." Uma dessas medidas será a recusa de ir para a concentração a partir da próxima rodada.

A turbulência chegou ao Canindé em um momento bastante perigoso. Apesar de ter uma das melhores campanhas do segundo turno, a Portuguesa está apenas cinco pontos à frente da zona de rebaixamento. Assim sendo, uma sequência de resultados negativos poderá colocar o time à beira do abismo nas últimas rodadas do Brasileiro.

Neste domingo, o técnico Guto Ferreira terá dois importantes desfalques: o zagueiro Moisés Moura e o lateral-esquerdo Rogério, ambos suspensos por causa do terceiro amarelo. As vagas deverão ser ocupadas por Lima e Bryan, respectivamente. Por outro lado, o atacante Gilberto, que cumpriu suspensão na rodada passada, retornará à equipe, no lugar de Bergson. A dúvida de Guto Ferreira é onde jogará Luís Ricardo, na lateral ou no meio de campo.

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