Márcio Fernandes/Estadão
Márcio Fernandes/Estadão

Portuguesa nega ter tratado com Prefeitura para vender Canindé

Vice-presidente de finanças do clube diz que a intenção ao se encontrar com o prefeito de São Paulo era regularizar os imóveis

Estadão Conteúdo

15 de dezembro de 2014 | 21h33

Na última sexta, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, se reuniu com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para discutir sobre o terreno na Marginal Tietê, onde se encontra o estádio do Canindé. O vice-presidente de finanças, Jorge Manuel Marques Gonçalves, nega que a conversa tenha sido sobre uma possível venda do estádio.

Em entrevista ao Esporte Interativo, o dirigente afirmou que a intenção da Portuguesa ao se encontrar com o prefeito foi de regularizar os seus imóveis. Segundo Gonçalves, uma parte do terreno onde se localiza o Canindé não pertence ao clube e isto precisa ser esclarecido.

"É um objetivo da gestão da Portuguesa verificar o que realmente é patrimônio do clube. Do terreno do Canindé, tem uma parte que é dela e outra divisa que é da Prefeitura, então fomos checar isso", explicou o dirigente.

Gonçalves afirmou que em nenhum momento passou pelas discussões da atual diretoria a venda do Canindé. Segundo ele, todo o patrimônio do clube merece ser valorizado e não cedido. Ele acredita que a Portuguesa conseguirá se reerguer sem atitudes drásticas.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPortuguesaCanindé

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.