Portuguesa quer esquecer goleada

Na volta da delegação da Portuguesa de Recife (PE), neste domingo, foi inevitável comentar os erros da arbitragem que determinaram, segundo dirigentes e jogadores, a goleada sofrida diante do Náutico, por 4 a 1, sábado, no Estádio dos Aflitos. Mas o técnico Giba preferiu colocar "panos quentes" na situação e pensar nos últimos quatro jogos que podem determinar a volta do time à elite nacional. "Todos viram que foram prejudicados, mesmo porque entramos ligados no jogo e conseguimos segurar a vitória de 1 a 0 até o primeiro tempo. Depois, com dois a menos, ficou impossível", ratificou o técnico.Ele liberou os jogadores neste domingo, com a reapresentação marcada para esta segunda-feira à tarde no Canindé, quando então, todos vão se concentrar apenas no jogo diante do Grêmio, sábado, em São Paulo. O time gaúcho lidera com quatro pontos, seguido por Náutico e Portuguesa, com três, e Santa Cruz com um ponto."Ainda faremos mais dois jogos em casa e dois fora. Então precisamos manter o grupo consciente e centrado em nosso objetivo principal, que é voltar à Série A?, analisou Giba. ?Com relação a arbitragem é um problema para a diretoria.?O diretor de futebol Fernando Gomes e o presidente Manuel da Luppa não esconderam a revolta pela atuação do trio de arbitragem paraense, que acabou expulsando Johnson e Rodrigo Pontes ainda no primeiro tempo. "Não se pode colocar um juiz lá do Norte para apitar em Recife. É preciso manter a neutralidade", resmungou Fernando Gomes.As baixas - O atacante Johnson, o volante Rodrigo Pontes e o meia Rafael Toledo, mesmo na reserva, foram expulsos e cumprirão suspensão automática. Por outro lado, os volantes Almir e Rai cumpriram a automática e poderão retornar. Além disso, fica a expectativa pela recuperação do meia Cléber, artilheiro do time com 13 gols, que sente uma lesão muscular na coxa direita.

Agencia Estado,

30 de outubro de 2005 | 17h03

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