Divulgação
Divulgação

Portuguesa reclama de calote da renda no Castelão

Com dificuldades para honrar seus compromissos a Lusa 'vendeu' seu mando de campo

Lauriberto Braga, Agência Estado

28 de outubro de 2013 | 10h44

FORTALEZA - Virou caso de polícia o rateio da renda do jogo entre Portuguesa e Flamengo, disputado no último domingo na Arena Castelão, pela 31.ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, e que terminou empatado por 0 a 0. Os dirigentes da Portuguesa (mandante da partida), a Federação Paulista de Futebol, a Federação Cearense de Futebol, o Hotel Iate Plaza e a Arena Castelão registraram boletim de ocorrência no 2.º Distrito Policial, em Fortaleza, contra a Xaxá Produções acusando de calote. Da renda de R$ 810.950,00, as partes envolvidas não receberam nada. O BO foi feito em nome das cinco entidades cobrando o pagamento das quotas. A Xaxá que é uma empresa promotora do Mato Grosso do Sul fechou um contrato com a Arena Castelão para trazer o jogo para Fortaleza. O dono da empresa que não teve o nome revelado pelos denunciantes está foragido.

Com dificuldades para honrar seus compromissos, a Portuguesa "vendeu" o mando de campo da partida contra o Flamengo em busca de mais recursos financeiros, o que inclusive causou revolta em um grupo de torcedores, que chegou a prometer realizar uma ação judicial contra a diretoria. Esta não foi a primeira vez que a Portuguesa "vendeu" o mando de uma partida neste Brasileirão, pois o clube fez algo parecido no jogo contra o Corinthians, pela 24ª rodada, vencido por 4 a 0, que foi disputado no Estádio Morenão, em Campo Grande. Dessa vez, porém, o clube reclama de calote da produtora que levou o jogo para Fortaleza.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.