Portuguesa se anima e tenta embalar com volta ao Canindé

Após boa vitória sobre o São Paulo equipe volta a jogar em seu estádio nesta quinta contra o Guaratinguetá

Agência Estado

10 de março de 2008 | 17h30

A Portuguesa promete entrar de vez na briga por uma vaga nas semifinais do Campeonato Paulista, motivada pela vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo e pela liberação do Canindé, que estava vetado pela Federação Paulista de Futebol e receberá nesta semana seus primeiros dois jogos na competição: contra o líder Guaratinguetá, na quinta-feira, e o Marília, no domingo. Com 20 pontos, a Portuguesa terminou a rodada em nono lugar, com 20 pontos, mesmo sem poder atuar em casa - foi mandante em Jundiaí, São José dos Campos e Ribeirão Preto. "No ano passado a torcida jogou junto com a gente, tanto no Paulista (Série A-2) como no Brasileiro da Série B. Ela (torcida) também pode nos empurrar para buscar esta vaga nas semifinais, o que seria muito importante para a Portuguesa nesse momento de recuperação de prestígio e credibilidade", comentou Vagner Benazzi. Ele aproveitou para marcar todos os treinos da semana no Canindé "para nos acostumarmos com nossa casa". "Os jogadores têm o dever de conhecer cada centímetro deste campo", concluiu o treinador, que não tem desfalques e deve manter o esquema 3-5-2 que, embora não seja seu preferido, está funcionando bem durante o ano. BENFEITORIAS Durante o período em que o Canindé esteve vetado, foram realizadas obras que vão permitir ao estádio receber um público de 22.735 espectadores. O laudo do Corpo de Bombeiros foi liberado na semana passada, mas ainda falta o laudo do Departamento de Controle de Uso de Imóveis (Contru) de São Paulo, que deve realizar sua vistoria nesta terça-feira. De qualquer forma, a FPF só liberou 5 mil ingressos para o jogo de quinta-feira, contra o Guaratinguetá. Se tudo der certo, o estádio já poderá usar sua capacidade máxima diante do Marília, no domingo. A diretoria investiu em segurança, sinalização, instalação de sistema de alarme, reforma de hidrantes e na construção de uma nova saída de emergência, mas o valor gasto não foi divulgado.

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