Divulgação/Portuguesa
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Portuguesa tenta participar da reunião do Brasileirão na sede da CBF

Reunião decide com os clubes da elite como torneio nacional será disputado

Marcio Dolzan, Agência Estado

06 de fevereiro de 2014 | 13h33

RIO - Respaldada por uma liminar judicial que lhe garantiria o direito de disputar o Campeonato Brasileiro de 2014, depois de ter sido rebaixada para a Série B ao ser punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a Portuguesa enviou nesta quinta-feira um representante à sede da CBF, no Rio, com o objetivo de participar do Conselho Arbitral da competição. A reunião conta com a presença de integrantes de todos os 20 clubes hoje confirmados na elite nacional e serve para discutir a fórmula de disputa do torneio.

Ricardo Cabezon se apresentou como representante jurídico da Portuguesa e, na porta da sede da CBF, na Barra da Tijuca, avisou: "Estou tentando entrar no prédio, porque essa liminar me autoriza". E, depois de conversar rapidamente com jornalistas que estavam na porta do local, ele ingressou no prédio da entidade para cobrar a sua participação na reunião sobre o Brasileirão.

Com a esperança de garantir na Justiça o direito de jogar o Brasileirão de 2014, depois de ter sido punida com a perda de quatro pontos pela suposta escalação irregular do meia Héverton na rodada final da edição passada da competição, a Portuguesa está confiante de que poderá voltar a jogar na divisão de elite neste ano.

Por apostar que ainda tem chance de jogar o Brasileirão, a Portuguesa mostrou surpresa nesta semana por não ter sido convidada pela CBF para participar do Conselho Arbitral da competição. O Fluminense, que escapou do rebaixamento graças à punição da Lusa, enviou representante à reunião.

"Acho que está errado porque nada está acertado e existe uma indefinição", disse o presidente da Lusa, Ilídio Lico, quando saiu a convocação da CBF para o Conselho Arbitral do Brasileirão. "Se não vai a Portuguesa, o Fluminense também não deveria ir. Estão discriminando a gente."

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