Portuguesa tenta regularizar Canindé para não ficar sem estádio na A2 do Paulista

Em meio às resoluções de planejamento para a próxima temporada, a Portuguesa corre o risco de ficar sem o seu estádio para a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista de 2016. O laudo de segurança do Canindé venceu no último dia 20 de outubro e agora a diretoria do clube está tomando as medidas necessárias para tentar conseguir uma renovação do documento.

Estadão Conteúdo

12 Novembro 2015 | 17h57

Nesta quinta-feira, o estádio recebeu uma inspeção da Polícia Militar, que analisou as condições do local para receber as partidas da Lusa no ano que vem. O clube convocou torcedores para participarem de um dos testes, relacionado à capacidade e infraestrutura das arquibancadas. Após a inspeção, a direção aguarda uma posição sobre o que foi avaliado pelos oficiais.

Além da preocupação com o estádio, a Portuguesa precisa dar início à montagem do elenco para a disputa da segunda divisão regional. Uma das prioridades é a manutenção do artilheiro Guilherme Queiroz, que tem o fim de seu contrato marcado para o dia 30 de novembro e já foi especulado em times como Palmeiras, Corinthians, Santos e Fluminense. O clube ainda não acertou nenhuma contratação, mas demonstrou interesse em Zé Carlos, atacante do CRB, artilheiro da Série B, com 18 gols.

Mas tudo parece continuar complicado pelos lados da Portuguesa. Mergulhado em dívidas trabalhistas, o clube convive com bloqueios judiciais. Tanto que nem deve receber o valor de participação de R$ 1 milhão, prometido pela Federação Paulista de Futebol (FPF). O clube, portanto, vai ter que buscar recursos para se manter vivo e ativo.

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