Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Possível saída de Mina reabre oportunidades na defesa do Palmeiras

Clube reforça o setor antecipadamente e agora vê briga pela posição de titular ao lado de Edu Dracena

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

06 Janeiro 2018 | 07h00

O Palmeiras considera como quase inevitável perder o colombiano Yerry Mina neste mês para o Barcelona. Contudo, para um grupo de jogadores do elenco, essa notícia não será tão negativa. A saída do zagueiro, que foi titular nas duas últimas temporadas, pode significar a reabertura de oportunidades para atuar no time principal do técnico Roger Machado.

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A própria diretoria se antecipou a essa possível situação de perder Mina. Na virada do ano o clube tratou de aumentar as opções para a defesa, ao esticar em mais um ano o empréstimo de Antônio Carlos, trazer Emerson Santos (ex-Botafogo), promover das categorias de base Pedrão, de 20 anos, e até o momento, segurar a permanência de Thiago Martins em vez de emprestá-lo novamente ao Bahia.

Esses quatro nomes devem disputar uma vaga no time com Juninho e Luan, dupla contratada em 2017 a cerca de R$ 10 milhões cada um, com recursos da Crefisa. Em um primeiro momento, o titular absoluto de setor defensivo continua a ser Edu Dracena, que tem a partir agora uma indefinição sobre quem será o parceiro na zaga.

A saída de Mina estava prevista até mesmo no balanço do clube. O orçamento incluiu na conta o possível valor a ser recebido pela venda do zagueiro. Inclusive, o montante deve ser superior ao estimado, R$ 27 milhões. A diferença se explica pelo clube negociar o colombiano em janeiro e por um valor diferente ao estipulado para julho, depois da Copa do Mundo.

O Palmeiras é dono de 80% dos direitos econômicos de Mina. Os outros 20% são do Santa Fé, da Colômbia. Quando a negociação se concretizar, o clube alviverde terá de repassar cerca de R$ 12 milhões da verba para o ex-presidente, Paulo Nobre, que bancou com recursos próprios a vinda do defensor, em 2016.

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