Cesar Grecio/Ag. Palmeiras
Cesar Grecio/Ag. Palmeiras

Possível suspensão a Deyverson ameaça rodízio no ataque do Palmeiras

Clube teme punição por cusparada no clássico e pode ficar apenas com Borja para a disputa do Estadual

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2019 | 04h30

A proposta do técnico Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras, de revezar titulares e dar descanso aos principais jogadores pode ter um problema em breve. A possível suspensão a ser aplicada a Deyverson, que cuspiu no último sábado em Richard, do Corinthians, pode deixar o time com apenas o colombiano Miguel Borja como a única opção de centroavante para a disputa do Campeonato Paulista.

O temor do Palmeiras é perder Deyverson pelo resto do torneio. Como a agressão a Richard foi relatada na súmula, o clube prevê que pode ficar sem o atacante. A pena máxima pode chegar até a 12 jogos. A diretoria deve ainda aplicar uma multa ao atleta. A situação deixa a comissão técnica preocupada, pois caso o cenário se confirme, não será possível fazer uma troca na inscrição. São 26 vagas, das quais 25 o clube já ocupou.

O centroavante do elenco que ainda não foi inscrito no torneio é Arthur Cabral. Contratado ainda em maio do ano passado, o jogador de 20 anos veio do Ceará e se recupera de problema no púbis. O clube o considera um jovem com potencial para o futuro e o deixou fora da relação do Paulista neste primeiro momento para que a revelação possa se adaptar ao Palmeiras e ganhar experiência.

A vaga em aberto na inscrição do Campeonato Paulista tem sete concorrentes. O lateral Fabiano, o zagueiro Juninho, o volante Matheus Fernandes, os meias Guerra e Hyoran e mais os atacantes Ricardo Goulart e Arthur Cabral esperam chance. Goulart foi contratado recentemente e aguarda recuperação de cirurgia para poder jogar. Ele é o favorito a ficar com a última vaga, apesar de não ter como característica principal atuar como centroavante.

Willian é outro jogador palmeirense que poderia fazer a função de centrovante. No entanto, ele lesionou o joelho direito em novembro, passou por cirurgia e ficará no mínimo seis meses parado. Os demais jogadores do ataque alviverde têm como característica atuar pelos lados do campo, função bastante pedida por Felipão à diretoria na última janela de contratações. Por isso, chegaram Carlos Eduardo e Felipe Pires.

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