Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Prazo da parceria corintiana é 10/11

Os partidários da união entre Corinthians e Media Sports Investment (MSI) voltam à tona e garantem que até o dia 10 de novembro o contrato será fechado. A oposição diz que estão apenas fazendo barulho. O médico Jorge Kalil, conselheiro vitalício do Corinthians, é uma espécie de porta-voz da parceria e diz que os advogados das duas partes já teriam chegado a um consenso em quase todos os pontos antes nebulosos do pré-contrato.Nesta segunda-feira os advogados se reuniram num prédio na Avenida das Nações Unidas, no escritório de advocacia contratado pelo grupo de investimento comandado por Kia Joorabchian e tentavam fechar o único item pendente, o valor de rescisão da parceria, prevista para 10 anos. "No restante, avançamos muito", garante Kalil. De acordo com o conselheiro, mais de 50% da essência do pré-contrato foi alterada. Em seu planejamento, o contrato, de 16 páginas, deve ser fechado até sexta-feira. Cinco dias úteis depois de ser convocado, o Conselho de Orientação (Cori) se reúne e aprova a negociação. E os membros do Cori que analisariam o contrato, não o veriam mais? "Sim, teriam cinco dias para fazer isso", diz Kalil.Pelo que teria sido acertado nas 10 reuniões entre os advogados, o Corinthians receberia imediatamente US$ 35 milhões. Nos anos seguintes, anualmente, ficaria com cerca de US$ 16,5 milhões (R$ 47 milhões) para o futebol e R$ 8,6 milhões para o setor social. Os valores, no entanto, continuam sendo considerados baixos pelos opositores. "O clube já arrecada sozinho essa receita", afirmou um deles.O deputado Romeu Tuma Jr. acredita que a idoneidade dos investidores por trás da MSI continua nebulosa. Para ele, a ligação do suposto mafioso russo Boris Berezovski ainda não foi descartada. "Se forçarem a aprovação, vou abrir um inquérito na Polícia Federal", ameaça.Kalil quer convencer Tuma Jr. a participar de um almoço para tentar persuadi-lo a apoiar o acordo. "Só vou se a imprensa toda puder participar", diz o deputado.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.