Bruno Cantini/Divulgação
Bruno Cantini/Divulgação

Presidente da CBF sai em defesa do Atlético-MG na Libertadores

José Maria Marin manda ofício à Conmebol para que jogo seja no Estádio Independência e não no Mineirão

O Estado de S.Paulo

13 de julho de 2013 | 15h31

RIO - O presidente da CBF, José Maria Marin, saiu nesta sexta-feira em defesa do Atlético-MG nesta final de Libertadores. O cartola mandou um ofício para a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) exigindo condições de igualdade do time brasileiro com seu adversário paraguaio na decisão do campeonato. Tudo porque a Conmebol tirou a equipe de Ronaldinho Gaúcho do Estádio Independência, onde o time mantém sua invencibilidade.

O jogo contra o Olímpia está marcado para o Mineirão por causa de sua capacidade. O regulamento da Libertadores diz que as partidas finais devem ser realizadas em estádios para 40 mil pessoas ou mais. O Independência tem condições de receber até 20 mil pessoas. Ocorre que o Olímpia marcou a primeira partida para o Defensores del Chaco, que também não comporta 40 mil torcedores. Mesmo assim, a Conmebol manteve o jogo neste estádio.

Marin pede o mesmo tratamento ao clube brasileiro, que já manifestou seu desejo de jogar no Horto. "A CBF vai apoiar o Atlético em suas decisões", diz o presidente da entidade. O primeiro jogo da final da Libertadores está marcado para o dia 17, quarta-feira, em Assunção. O jogo de volta será dia 24, em Belo Horizonte.

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