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Reprodução/YouTube/Gaviões da Fiel
Reprodução/YouTube/Gaviões da Fiel

Presidente da Gaviões da Fiel vai a julgamento por morte de palmeirense

Rodrigo de Azevedo Fonseca, o Diguinho, é acusado de ter assassinado líder da Mancha Alviverde em outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

27 de março de 2018 | 07h00

O atual presidente da torcida organizada Gaviões da Fiel, Rodrigo de Azevedo Fonseca, o Diguinho, vai a julgamento nesta terça-feira no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. O líder da principal facção do Corinthians é acusado de assassinar em outubro de 2005 o líder da Mancha Alviverde, Diogo Lima Borges, o Munhoz, durante briga de torcidas na estação Tatuapé do metrô.

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A vítima era o chefe da principal organizada do Palmeiras e morreu baleado durante o confronto. O ataque havia sido previamente combinado pela internet e Munhoz foi atingido por um tiro logo depois de desembarcar do trem. Na mesma confusão, 54 torcedores acabaram detidos pela Polícia Militar (PM) por agressões com barras de ferro, pedaços de pau e pedras.

Diguinho responde o processo em liberdade e nega o crime. Pela acusação de homicídio doloso, o corintiano pode ser preso por até 20 anos. Em 2016, o presidente da Gaviões foi espancado por palmeirenses e teve os dois braços quebrados após confronto no estacionamento de um supermercado quando estavam saindo de uma reunião entre torcidas organizadas no Fórum Criminal.

O corintiano se tornou presidente da Gaviões da Fiel em março de 2015. Diguinho também é acusado de envolvimento na morte dos palmeirenses André Alves Lezo e Guilherme Vinícius Jovanelli Moreira durante briga em março de 2012.

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