Presidente da Portuguesa interrompe treino e promete pagar salários atrasados

Há 10 partidas o clube não paga o staff dos jogos

Estadão Conteúdo

28 de julho de 2016 | 18h56

Vindo de quatro derrotas seguidas e na vice-lanterna do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro, com oito pontos, a Portuguesa vive o momento mais crítico de sua história. Mas os problemas dentro de campo começam fora dele. Há 10 partidas o clube não paga o staff dos jogos: maqueiros, seguranças, gandulas, entre outras funções de um time de futebol.

Não satisfeitos com a situação, os funcionários ameaçam não trabalhar neste sábado, quando o time encara o Mogi Mirim, no estádio do Canindé, em São Paulo, às 19 horas, pela 11.ª rodada. Na quinta-feira, após interromper o treino do técnico Jorginho para conversar com os jogadores, o presidente do clube, José Luiz Ferreira, prometeu que irá acertar os atrasados no mesmo dia em que pagará o atletas: nesta sexta.

Se os jogadores receberem e os funcionários não, o mal-estar será ainda maior. O conteúdo da conversa com os atletas não foi revelado. Ele não demorou muito e o treino voltou a correr normalmente.

Sob pressão e com a necessidade urgente de uma vitória para tentar deixar a zona de rebaixamento, este treino vai ser o último antes da partida contra o Mogi Mirim. Por determinação da diretoria e da comissão técnica, será realizado com os portões fechados.

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