Yves Herman/Reuters
Yves Herman/Reuters

Presidente da Uefa destaca precaução na retomada: 'Não correremos nenhum risco'

Dirigente afirmou que não há preocupação em relação a saúde de atletas e demais pessoas envolvidas nos jogos da Liga dos Campeões e da Liga Europa

Redação, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2020 | 09h36

Daqui 15 dias as duas competições de clubes organizadas pela Uefa - Liga dos Campeões e Liga Europa - serão retomadas. Nesta terça-feira, o presidente da entidade, o esloveno Aleksander Ceferin, assegurou mais uma vez que todas as precauções estão sendo tomadas para evitar o contágio do novo coronavírus entre jogadores, membros das comissões técnicas e profissionais envolvidos nas partidas. E disse ainda que acredita na possibilidade de ter público nos jogos.

"Neste momento, jogaremos as partidas sem torcedores até um novo aviso. Não correremos nenhum risco. Como todos, me sentiria melhor se o público estivesse nos estádios. Mas sou uma pessoa otimista e minha grande esperança é que os torcedores possam voltar aos nossos jogos o mais rápido possível", disse Ceferin em declarações publicadas no site da Uefa.

A Liga dos Campeões será retomada com os quatro jogos restantes da rodada de volta das oitavas de final nos dias 7 e 8 de agosto. Na sequência, entre os dias 12 e 23, as fases decisivas serão disputadas em Lisboa, capital de Portugal.

Já a Liga Europa também foi paralisada no meio das oitavas de final, mas dois duelos nem começaram a ser realizados. Assim, Inter Milão x Getafe e Sevilla x Roma vão decidir a classificação às quartas de final em jogo único na Alemanha, país que receberá a fase final entre 5 e 21 de agosto.

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A decisão de adiar a Eurocopa para 2021 foi um momento chave porque ela foi tomada com antecedência
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Aleksander Ceferin, presidente da Uefa

O dirigente reconheceu que houve muita pressão e muito trabalho nos últimos meses por conta do adiamento de várias competições - entre elas a Eurocopa, que seria em junho e julho deste ano e passou para os mesmos meses de 2021.

"Trabalhamos para resolver os problemas (do futebol) na Europa e acredito que conseguimos com bastante êxito. A decisão de adiar a Eurocopa para 2021 foi um momento chave porque ela foi tomada com antecedência. Todos entenderam que decidimos isso para ajudar todos os interessados e, mais uma vez, devo destacar o espírito de total unidade e solidariedade criado", afirmou.

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