Presidente diz que Santos economizará R$ 23 milhões por ano com salários

O Santos economizará R$ 23 milhões por ano com salários de jogadores. A previsão, apresentada pelo presidente Modesto Roma Júnior durante entrevista coletiva nesta quinta-feira, considera a saída de 14 atletas desde o ano passado e a chegada de jogadores "mais baratos".

GONÇALO JUNIOR, Estadão Conteúdo

22 de janeiro de 2015 | 16h17

Além de Aranha e Arouca, que ainda brigam na Justiça para rescindir seus contratos, também saíram Leandro Damião, Bruno Uvini, Naílson, Edu Dracena, Neto, Vinicius Simon, Mena, Alan Santos, Souza, Giva, Rildo, Stéfano Yuri, Pedro Castro e Rafael Galhardo.

De acordo com o presidente, esses jogadores tinham o custo de R$ 33.523.541,30. Só o atacante Leandro Damião, emprestado ao Cruzeiro, que se responsabilizará por cerca de 75% dos vencimentos do camisa 9, custaria quase R$ 9 milhões em salários.

Por outro lado, seis novos jogadores foram contratados (Marquinhos Gabriel, Ricardo Oliveira, Valencia, Chiquinho, Werley e Elano) custarão, somados, R$ 9.557.392. A diferença entre o valor que o Santos pagava e o que despende agora explica a redução na folha salarial.

Além da economia, a análise mostra que a atual diretoria também procura diversificar as contratações com a posta em jogadores menos dispendiosas em vez de apostar em jogadores de grande expressão. De acordo com os custos da folha salarial, todos os seis reforços do Santos custam o mesmo que Leandro Damião.

"A crise é grave, não está resolvida, longe disso. Mas a perspectiva é boa. O Santos é tão grande que as coisas vão se encaixando. O horizonte está muito bom", avaliou o mandatário santista.

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