Presidente do Cagliari renuncia após punição no Italiano

O presidente de Cagliari, Massimo Cellino, renunciou ao cargo nesta terça-feira um dia depois de o clube ser punido pela organização do Campeonato Italiano. O Cagliari perdeu os três pontos da partida contra a Roma, que deveria ter sido disputada no domingo, por conta de uma medida equivocada de Cellino.

AE, Agência Estado

25 de setembro de 2012 | 16h57

O dirigente acabou sendo o pivô da punição por ignorar a determinação de que o jogo contra a Roma deveria ser disputado com os portões fechados. Às vésperas da partida, Cellino convocou a torcida para a partida, atitude condenada pela Justiça Desportiva do Campeonato Italiano, que considerou uma "uma flagrante violação" às regras.

A partida teria que ser realizada sem torcida porque o novo estádio do Cagliari ainda precisa passar por testes de segurança antes de ser aberto ao público. A convocação do presidente causou confusão no dia do jogo e acabou gerando o adiamento do duelo. Na segunda-feira, a Justiça Desportiva decidiu por conceder a vitória à Roma, em uma punição aos donos da casa.

Em nota oficial, Cellino disse que preferiu se afastar do cargo para se "defender livremente" para evitar novas implicações ao clube. "O presidente deixa o cargo convencido de ter atuado sempre de boa fé, na melhor direção para o clube, a cidade e os torcedores, assim como em respeito às regras", registrou.

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