Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia
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Presidente do Corinthians mostra pessimismo em acerto com Zé Rafael

Meia deve permanecer no Bahia para a próxima temporada

O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2017 | 16h54

O presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, mostra pessimismo com a possibilidade de contratar o meia Zé Rafael. O dirigente explica que o Bahia não tem demonstrado disposição para negociar seu principal jogador. Por isso, a tendência é a de que o negócio não avance.

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"Acho difícil porque o Bahia não quer vendê-lo ou negociá-lo. Acham que ele é essencial para o Bahia, e eu também acho. Acho que é uma negociação que não vai andar", disse o presidente, em entrevista à ESPN Brasil.

Entretanto, o relacionamento entre Corinthians e Bahia é bom. O time paulista está próximo de acertar a contratação do lateral-esquerdo Juninho Capixaba, em troca de alguns jogadores. Além disso, o clube acertou a contratação do volante Renê Júnior, que deve assinar o vínculo nos próximos dias.

O dirigente ainda reafirmou que não existe qualquer possibilidade de retomar as negociações com o zagueiro Pablo. "As negociações não voltaram e não temos interesse. Se tivéssemos, teríamos ficado com ele. Estamos atrás de achar um bom zagueiro e estamos de olho no mercado", explicou.

Roberto de Andrade também comentou sobre a negociação com Gustavo Scarpa. Mais uma vez, ele não mostrou muita empolgação com um desfecho feliz, pelo fato de ser uma transferência que envolve muitos atletas que teriam de entrar como moeda de troca.

"O Gustavo Scarpa acho uma negociação boa. Ele é um grande jogador, não tenha dúvidas, mas uma negociação muito difícil. Além de ter concorrentes fortíssimos, você tem por parte do Fluminense interesse em atletas e, quando envolve atletas, a dificuldade fica maior", disse.

O problema é os jogadores do Corinthians aceitarem o salário e ir para o Fluminense. "Tem que ter concordância de todos para que queiram mudar para o Rio e jogar no Fluminense. Nada contra o Fluminense, mas às vezes a família não quer, enfim. É uma negociação que estou enxergando distante e difícil de ser concretizada", completou.

 

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