Presidente do Equador lamenta morte de atacante

A morte do atacante da seleção equatoriana Christian Benítez, nesta segunda-feira, abalou não só o mundo do futebol, como toda a população do país sul-americano. O choque também atingiu o presidente Rafael Correa, que falou sobre o ocorrido e fez questão de exaltar o jogador de apenas 27 anos, conhecido como "Chucho".

AE-AP, Agência Estado

29 de julho de 2013 | 15h46

"Chucho era uma história de miséria no esporte que mostrou como seguir adiante", declarou o presidente equatoriano em Caracas, na Venezuela, onde cumpre visita oficial. "É uma tragédia que golpeou a nós todos. É algo devastador para a sociedade", completou.

Benítez morreu nesta segunda-feira, no Catar, onde havia recém-chegado após ser contratado pelo El Jaish. Os detalhes da morte do atacante não foram revelados, mas, aparentemente, ele sofreu uma parada cardíaca, derivada provavelmente de uma apendicite ou de um problema estomacal.

O jogador havia estreado no domingo pelo El Jaish, mas foi pelo América do México que ganhou destaque, com 52 gols marcados em 79 partidas. O atacante era um dos pilares da seleção equatoriana que luta para se classificar à Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Ele disputou 58 partidas pela equipe e marcou 24 gols.

"Neste momento já estamos nos comunicando com o ministro do Esporte (José Cavallos) e com toda a família de Chucho para oferecermos o suporte. Christian era muito jovem, era o goleador da seleção do Equador, amigo e era um campeão como todo", disse Rafael Correa.

O presidente da Federação Equatoriana de Futebol, Luis Chiriboga, também se manifestou sobre a morte de Benítez. "É um golpe duríssimo para o país inteiro, para a família em particular, e para a seleção, que é sua outra família. Benítez queria classificar a seleção ao Mundial, estava compenetrado. Agora seus companheiros lhe dedicarão todo o esforço nas próximas partidas", disse, em entrevista ao à rede equatoriana de tevê TC.

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