Presidente do Fla torce, mas não garante mais jogos do Maracanã

Mais de 60 mil torcedores lotaram o estádio no jogo contra o San Lorenzo

Estadao Conteudo

09 de março de 2017 | 11h10

A vitória sobre o San Lorenzo por 4 a 0, diante de mais de 60 mil torcedores, pode ser a única partida do Flamengo no Maracanã na Copa Libertadores. Com o futuro do estádio ainda indefinido, o presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, não sabe se conseguirá voltar a utilizar o maior palco do futebol brasileiro.

"Não sabemos o que vai acontecer com o Maracanã. Se vai continuar sob a administração da concessionária. O estádio está nesse imbróglio regulatório há algum tempo. É claro que, se a gente conseguir ficar com o Maracanã, nem que seja enquanto não se resolve essa questão da concessão, em caráter provisório, seria muito bom. Se não, nós temos o estádio na Ilha do Governador, que também será uma casa alternativa excelente para o Flamengo", afirmou Bandeira de Mello em entrevista ao canal Fox Sports.

Ainda no fim do ano passado o Flamengo acertou com a Portuguesa-RJ para utilizar o Estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador, durante a temporada 2017. O estádio está sendo reformado para receber mais de 20 mil pessoas, ficando apto para os jogos da Libertadores até a semifinal.

Mas o grande desejo do Fla, o presidente não esconde, é poder utilizar o Maracanã. "Se dependesse da gente estaria conosco há muito tempo. A torcida pode ter certeza que estamos trabalhando muito pra ter o Maracanã. Com o Flamengo, o Maracanã vai se transformar atrativo esportivamente e economicamente. Nunca mais o governo do estado terá que colocar um centavo", prometeu, lembrando: "O Maracanã é a casa do Flamengo".

Tudo o que sabemos sobre:
futebolFlamengoLibertadores

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.