Gilvan de Souza/Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo

Presidente do Flamengo revela intenção de renovar contrato de Guerrero

Eduardo Bandeira de Mello fez a afirmação ao apresentar o atacante colombiano Fernando Uribe, novo reforço para a sequência da temporada

Estadão Conteúdo

27 Junho 2018 | 21h58

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, disse nesta quarta-feira que pretende renovar o contrato do atacante Paolo Guerrero. Ele fez a afirmação ao apresentar o atacante colombiano Fernando Uribe, novo reforço do clube carioca, para a sequência da temporada.

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"Ele [Guerrero] é o jogador do Flamengo, vai voltar a se incorporar ao elenco e vai nos ajudar bastante. Nossa intenção é continuar com ele por bastante tempo", declarou o presidente rubro-negro. Guerrero tem contrato com o Flamengo somente até 10 de agosto. E deve se reapresentar ao clube nos próximos dias, após a eliminação do Peru na Copa do Mundo da Rússia.

O jogador, contudo, voltará em situação de incógnita no clube, em meio à negociação para renovar o seu vínculo. Isso porque ainda deve cumprir suspensão por doping nos próximos meses.

O atacante peruano só pôde disputar a Copa por ter conseguido um efeito suspensivo no Tribunal Federal Suíço da punição imposta pela Fifa e ampliada pela Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês). Pela suspensão ampliada pela CAS, Guerrero só poderia voltar aos gramados no ano que vem.

O peruano testou positivo para benzoilecgonina, um dos metabólitos da cocaína, em outubro de 2017, em exame realizado após confronto entre Peru e Argentina pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. O centroavante assegurou que a substância foi consumida por meio da ingestão de um chá que estaria contaminado, alegando inocência.

Inicialmente, a Fifa o suspendeu por um ano, depois reduziu a pena para seis meses, o que permitiria a sua participação na Copa do Mundo. Só que em novo recurso, a CAS ampliou o gancho de Guerrero para 14 meses. O atacante, então, conseguiu efeito suspensivo na Justiça comum da Suíça, que voltará a julgá-lo, após receber a argumentação do tribunal máximo do esporte, mas ainda sem uma data definida.

 

 

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