Presidente do Guarani pede licença

Para acalmar a pressão provocada pela eliminação precoce do Guarani no Campeonato Brasileiro da Serie B, o presidente José Luiz Lourecentti pediu afastamento do cargo por um mês. Mas os oposicionistas não devem comemorar porque esta licença tem todas características de uma simples férias. O seu mandato vai até janeiro de 2007. Edison Torres, vice-presidente, comandará o clube de forma interina e já avisou que vai traçar os planos para a temporada 2006. A expectativa é pelo fechamento de uma parceria com um grupo empresarial espanhol, que poderia garantir a entrada de US$ 15 milhões nos próximos cinco anos. As primeiras decisões devem ser dentro do departamento de futebol. O técnico Luiz Carlos Ferreira, com contrato até dezembro, só ficará se reduzir o salário de R$ 60 mil, considerado alto para os padrões do clube. A partir daí serão definidos os jogadores que farão parte do elenco. Sem chances matemáticas no Grupo B, onde soma apenas três pontos, o Guarani vai cumprir tabela contra a Portuguesa, neste sábado, no Brinco de Ouro. Mas a prioridade, agora, passa a ser a Copa Federação Paulista de Futebol. É que o campeão garantirá o direito de disputar a Copa do Brasil. No ano passado, o time campineiro foi vice-campeão, perdendo o título para o Santos. No domingo, o time B vai decidir uma vaga contra o Comercial, de Ribeirão Preto, para as quartas-de-final, precisando da vitória porque empatou fora, em 2 a 2. Alguns jogadores do time principal já estão escalados, como os volantes Marcelo, Marcos Paulo e César, que estão suspensos. Outros podem ser convocados.

Agencia Estado,

11 de outubro de 2005 | 13h55

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