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Presidente do Milan pede teto salarial no mercado do futebol

Para Silvio Berlusconi, as compensações financeiras aos jogadores são inadimissíveis e estão fora da realidade

EFE

18 de agosto de 2009 | 13h40

O primeiro-ministro da Itália e proprietário do Milan, Silvio Berlusconi, quer implantar um teto salarial para os jogadores de futebol, evitando quantias "inadmissíveis e longe da realidade econômica atual".

 

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"Estou muito preocupado com este futebol que vive fora da realidade. As compensações dos jogadores são inadmissíveis, muito longe da realidade econômica em que vivemos e de um momento difícil como este", afirmou o político e empresário em declaração publicada pela imprensa italiana.

 

Berlusconi disse já ter falado sobre o assunto com o ex-jogador francês Michel Platini, presidente da Uefa, e fará em breve um encontro para abordar uma possível implantação de tetos salariais.

 

"Eu não crítico o Real Madrid, mas o fenômeno. Nossas contratações também estão fora da realidade no que diz respeito ao bom senso. Mesmo se os jogadores fossem 50% mais baratos, já seriam valores loucos", comentou.

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