Cesar Greco/Ag Palmeiras
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Presidente do Palmeiras acha difícil trazer Felipe Melo e Miguel Borja

Segundo o novo mandatário, as cifras envolvidas estão acima dos padrões do futebol brasileiro

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

27 de dezembro de 2016 | 09h31

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, considera muito difícil que o Palmeiras alcance os valores necessários para a contratação do atacante Miguel Borja, do Atlético Nacional, e do volante Felipe Melo, da Inter de Milão. Segundo o novo mandatário, as cifras envolvidas estão acima dos padrões do futebol brasileiro. Os direitos federativos de Borja giram em torno de R$ 60 milhões. 

"Para o futebol brasileiro, esses valores são muito difíceis, praticamente proibitivos. Não é uma situação simples, não. É um jogador diferente, mas nesse patamar acho muito difícil", afirmou Galiotte, em entrevista à Rádio Bandeirantes na noite desta segunda-feira. 

O jogador de 23 anos seria o substituto de Gabriel Jesus, que foi vendido ao Manchester City. O atacante colombiano foi um dos destaques na campanha do título do Atlético Nacional na Libertadores da América em 2016 e foi o carrasco do São Paulo na semifinal. 

Em relação a Felipe Melo, a situação é praticamente a mesma. O presidente palmeirense ressaltou a dificuldade de pagar os salários de jogadores vindos da Europa. "A remuneração dos jogadores que atuam fora do Brasil é incomparável. Não temos a menor condição de chegar próximo disso. O grande jogador interessa para o Palmeiras se tivemos condições administrativas e financeiras, mas disputar a remuneração dos jogadores da Europa é realmente muito difícil", concluiu Maurício Galiotte.

Felipe Melo tem 33 anos e ainda tem contrato com a equipe italiana até junho de 2017. Ele tem sido pouco aproveitado na atual temporada e disputou apenas 10 partidas.

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