Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Presidente do Palmeiras fez questão de cumprimentar os jogadores na Academia

Paulo Nobre aproveita para garantir Kleina no comando do time

O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2013 | 18h03

SÃO PAULO - O presidente do Palmeiras foi o primeiro a chegar nesta sexta na Academia. Estava ansioso para rever o elenco e, se possível, apertar as mãos de cada jogador do time. Na véspera, diante de 33 mil palmeirenses, o Pacaembu tremeu e o Palmeiras conseguiu sua vaga para a próxima fase da Libertadores, tudo que o time precisava para ganhar confiança. "Vim dar os parabéns pela classificação antecipada na Libertadores. Isso foi um prêmio para nós. Comemoramos muito a vitória sobre o Libertad,  mas não podemos perder o foco, tem muita coisa ainda pela frente nesta temporada. Tamos o Paulistão e a Libertadores", disse o presidente. "Temos de saber valorizar os bons momentos e este elenco com sangue na veia."

Paulo Nobre também sabe que o clube começa a ganhar um pouco mais de dinheiro com sua bilheteria. E isso faz diferença. No Pacaembu, a renda bateu nos R$ 1,3 milhão. A torcida, que até outro dia pegava no pé dos jogadores, parece entender o momento do time e apoiar a disposição dos atletas. 

O cartola também tratou de garantir Gilson Kleina no comando do time. "O Gilson Kleina nunca teve problemas no cargo ou em risco de perder o emprego. Não seriam duas derrotas que iriam colocar em dúvida o seu trabalho. Tem todo um planejamento que deve ser analisado antes de pensar em demissão."

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