Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Presidente do Palmeiras ironiza ameaças da torcida após nova derrota

Mandatário foi o único membro da delegação xingado pela torcida palmeirense

AE, Agência Estado

11 de novembro de 2012 | 21h40

PRESIDENTE PRUDENTE - O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, tentou evitar as entrevistas após a derrota deste domingo para o Fluminense, por 3 a 2, em Presidente Prudente. Mas acabou falando com os jornalistas para comentar a complicada situação palmeirense na luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

"A fase é dificílima, mas o que você quer que eu faça? Não saiu nenhum jogador e os nossos estão se machucando. Não é culpa minha", disse o dirigente, que continuou a negar que seja o principal responsável pela péssima situação palmeirense no Brasileirão. "Eu não sei onde errei. Fomos campeões há três meses (da Copa do Brasil)."

Sobre possíveis reações violentas da torcida palmeirense, o presidente disse que não tem medo de morrer. "Todo mundo vai morrer um dia. E não me importo de morrer agora, porque, se for morto, vai ser morrendo pelo Palmeiras. Pelo menos se eu morrer vai sair no jornal que o presidente Arnaldo Tirone morreu", ironizou Tirone, que já chegou a receber até ameaça de morte nos últimos dias.

Após o jogo, Arnaldo Tirone foi o único membro da delegação a ser xingado pela torcida que esperava o time no hotel em que o Palmeiras está hospedado em Presidente Prudente. Os cerca de 20 torcedores que estavam no local chegaram até a pedir autógrafos para alguns jogadores, como o goleiro Bruno.

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