Presidente do Peru condena ato racista e pede reação contra preconceito

Ollanta Humala usa Twitter para reprovar incidente envolvendo o volante Tinga, do Cruzeiro

O Estado de S. Paulo

13 de fevereiro de 2014 | 17h42

LIMA - O presidente do Peru, Ollanta Humala, condenou nesta quinta-feira o ato de racismo cometido pela torcida do Real Garcilaso contra o volante Tinga, do Cruzeiro, na quarta-feira, pela Copa Libertadores. O chefe do executivo peruano condenou o episódio e disse que o ocorrido deve impulsionar uma luta contra esse tipo de discriminação.

O incidente levou Humala a usar o Twitter pela primeira vez em 2014. O episódio também levou a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, a condenar o ato racista. "Um país tão diverso como o nosso e que fortalece sua identidade, com todas suas cultura, não deve admitir manifestações racistas de nenhum tipo", disse Humala. "Expressões como as de ontem (quarta-feira) em um jogo de futebol devem originiar indignação e impulsionar nossa luta contra todo tipo de discriminação", completou. 

Durante a vitória do Real Garcilaso por 2 a 1 sobre o Cruzeiro, em Huancayo, no Peru, a cada participação de Tinga a torcida imitava um macaco. Ao deixar o gramado, o volante manifestou estar decepcionado com o episódio.

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