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Presidente do Santos admite excessos no Pacaembu

Marcelo Teixeira chamou o Corinthians de time de 'segunda divisão' após tumulto no clássico alvinegro

Sanches Filho, Especial para O Estado de S. Paulo

23 de março de 2009 | 20h06

SANTOS - Marcelo Teixeira, presidente do Santos, isentou a direção e a torcida do clube pela confusão ocorrida no Estádio do Pacaembu, domingo, na derrota por 1 a 0 para o Corinthians. O dirigente afirmou que não repetiria o que disse e confirmou que chamou o rival de clube da segunda divisão.

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"Fiz alguns comentários que não eram pertinentes para um dirigente, com palavras que eu não repetiria hoje, pelo respeito que tenho pelo clube coirmão", reconheceu.

O dirigente culpou os insultos recebidos por seu descontrole após o término da partida. "As imagens que estão sendo mostrados são posteriores a tudo e não mostram como entramos e saímos do nosso reservado. A única coisa que eu foi pedir ao comandante do policiamento foi para que parassem de bater nos nossos torcedores. Para ir para o vestiário foi cuspido e chutado e meus seguranças tiveram dificuldades me proteger e aos demais dirigentes", disse.

Para Marcelo Teixeira, o Corinthians, mandante do clássico de domingo, é o principal responsável pela confusão no Pacaembu e pelo confronto entre torcedores do Santos e os policiais. "O Santos nada pode fazer para evitar o que aconteceu. Se o Corinthians destinasse o tobogã para a torcida do Santos nada disso teria acontecido. O mandante teria que pensar primeiro na segurança do torcedor e depois na arrecadação", criticou.

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