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Presidente do Santos mantém o silêncio

Nem mesmo o depósito de US$ 30 milhões feito em favor do Santos pelo empresário de Robinho, Wagner Ribeiro, nesta quinta-feira, na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), fez com que o presidente do clube, Marcelo Teixeira, quebrasse o silêncio que vem mantendo em torno da negociação do jogador com o Real Madrid.Apenas alguns assessores mais próximos falaram sobre o assunto, revelando que o Santos não foi surpreendido com a manobra do Real. "O presidente vai esperar chegar a notificação para só então se manifestar", disse um deles. O advogado Mário Mello, membro do departamento jurídico do clube, estava em férias em Campos do Jordão (SP) e antecipou seu retorno a Santos. Em entrevista por telefone, logo após a notícia do depósito da multa contratual, ele primeiro quis saber se a informação estava confirmada para, em seguida, reagir: "Só isso não libera Robinho".Embora os dirigentes do Santos prometam uma longa batalha judicial para que o clube receba o valor total da multa contratual (US$ 50 milhões), inclusive impedindo que o jogador se apresente imediatamente ao Real, influentes conselheiros mostraram-se resignados com o que pode ter sido o último capítulo dessa novela.Para Marcelo Teixeira, o desfecho do impasse, mesmo que o assunto tenha novos desdobramentos, acaba sendo um alívio. De ícone de grandes conquistas e referencial do melhor time brasileiro dos últimos três anos, Robinho se transformou num problema. Afinal, sua novela vinha interferindo no dia-a-dia do clube.

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