Felipe Rau / Estadão
Felipe Rau / Estadão

Presidente do São Paulo promete chegada de mais reforços

Tricolor tem interesse em Marcos Rocha, do Atlético-MG, e Marcos Guilherme, que está no Dínamo Zagreb

Gonçalo Junior, Estadão Conteúdo

20 de julho de 2017 | 10h50

A contratação do meia Hernanes não foi a última contratação do São Paulo nesta janela de transferências. Quem garante é o presidente Carlos Augusto Barros Silva, o Leco. "O elenco não está fechado. Vem mais por aí", afirmou o dirigente, na chegada do São Paulo ao Morumbi, onde a equipe venceu o Vasco por 1 a 0, nesta quarta-feira.

Dois nomes são os mais prováveis na lista de negociações. O lateral Marcos Rocha, do Atlético-MG, interessa para resolver o problema do lado direito, já que a comissão técnica não está satisfeita com as opções disponíveis (Bruno e Buffarini). Um facilitador para a negociação é o fato de o atleticano ter feito apenas cinco partidas pelo time mineiro no Campeonato Brasileiro, podendo atuar por outro clube na competição. O formato da negociação está indefinido. O lateral de 28 anos pode ser trocado por outros jogadores do elenco do São Paulo.

O atacante Marcos Guilherme, que pertence ao Atlético-PR, mas está emprestado ao Dínamo Zagreb seria a opção de velocidade pedida pelo técnico Dorival Junior. Segundo o presidente, "ele pode vir". O problema é o fechamento da janela de transferências para contratações de jogadores que estão fora do Brasil nesta quinta-feira. O mesmo se aplica ao lateral Dodô, que atua na Sampdoria.

Nesta quarta-feira, o São Paulo anunciou a contratação de Hernanes, que vai voltar ao clube após sete anos da sua saída. O meia, de 32 anos, foi contratado por empréstimo de um ano e sem custos para o clube, que terá de arcar apenas com o pagamento de parte do salário do jogador.

O acerto com o Hebei Fortune, da primeira divisão do futebol chinês, foi facilitado porque o meio-campista não vivia bom momento no time chinês. "Eu o defino com uma palavra: genial. Fiquei muito feliz com essa contratação. Trabalhamos a noite inteira porque lá na China era dia e precisávamos fechar o negócio", afirmou o presidente.

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