Preso na Bolívia, tesoureiro da Conmebol descarta renunciar

Preso, o tesoureiro da Conmebol e presidente da Federação Boliviana de Futebol, Carlos Chávez, disse que não vai renunciar e continuará exercendo ambas as funções, apesar de enfrentar um julgamento por corrupção no seu país.

Estadão Conteúdo

22 de julho de 2015 | 14h28

"Sigo sendo o tesoureiro da Conmebol como sigo sendo o presidente da Federação Boliviana de Futebol", disse Chávez, pouco depois de uma audiência na qual um juiz determinou que ele permaneça sob "prisão preventiva" durante o julgamento.

Nesta quarta-feira, Chávez segue nesta para Santa Cruz, onde ficará detido na prisão Palmasola, a maior do país, a mesma que há duas semanas foi visitada pelo papa Francisco em sua passagem pelo país.

O secretário-executivo da Federação Boliviana de Futebol, Alberto Lozada, deverá cumprir prisão domiciliar enquanto aguarda o final do seu julgamento, além de pagar uma fiança de US$ 22 mil (aproximadamente R$ 71 mil).

Ambos são processados por desvio de fundos de uma partida beneficente jogado entre as seleções de Brasil e Bolívia, em 2013, de acordo com a acusação.

A detenção de ambos não possui relação com a investigação que está sendo conduzida por tribunais dos Estados Unidos por supostos casos de corrupção envolvendo membros da Fifa.

Chávez negou as acusações contra ele e disse que o julgamento é um "golpe de estado ao futebol" impulsionado por seus detratores, dizendo que ele não dificultou a investigação para merecer "prisão preventiva" durante o processo.

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