Alberto Lingria/Reuters
Alberto Lingria/Reuters

Pressionado no cargo, Wenger pede Arsenal pragmático, sem medo de maus resultados

Time inglês enfrenta o Milan nesta quinta-feira, pelas oitavas de final da Liga Europa

Estadão Conteúdo

07 Março 2018 | 17h18

O técnico do Arsenal, Arsène Wenger, tem sido alvo de protestos dos torcedores nos últimos jogos. O treinador admitiu que o time entra pressionado para enfrentar o Milan nesta quinta-feira, fora de casa, no jogo de ida pelas oitavas de final da Liga Europa. Mas ele sabe também que sua equipe não pode entrar acuada.

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"Temos que mirar nos alvos que podemos alcançar", disse. "Precisamos ser práticos, pragmáticos e focar em como podemos melhorar. Analisar o que não temos feito bem e não ficar com medo das consequência de um mau resultado", prosseguiu.

O Arsenal vem de cinco derrotas consecutivas. Foram três tropeços pelo Campeonato Inglês, um na decisão da Copa da Liga Inglesa e outro contra o modesto Östersunds, da Suécia, na fase anterior da Liga Europa. A classificação veio por conta da vitória no jogo de ida por 3 a 0.

Sobre a sequência negativa, Wenger acredita que há ao menos dois quesitos que podem ser melhorados. "Temos que nos defender melhor, ter mais velocidade na saída de bola", analisou Wenger.

Após o tropeço mais recente, na derrota para o Brighton por 2 a 1, fora de casa, pela 29ª rodada do Inglês, torcedores do Arsenal exibiram faixas no estádio pedindo a demissão de Wenger, que ocupa o cargo há 22 anos.

O treinador tem contrato com o Arsenal até o junho do próximo ano, mas a imprensa tem noticiado que Wenger pode deixar o cargo ao final desta temporada. "Temos que nos preocupar com o jogo de amanhã (quinta-feira). Será um jogo parelho. O Milan tem feito bons jogos e vamos nos preocupar com isso."

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