Pressionado por derrotas, Botafogo pega o Figueirense

Time joga neste sábado, no Engenhão, e precisa voltar a vencer no Campeonato Brasileiro

Tiago Rogero, Agência Estado

28 de julho de 2012 | 06h23

RIO - Após duas derrotas seguidas, o Botafogo precisa voltar a vencer no Campeonato Brasileiro. O adversário deste sábado, 28, o Figueirense, às 21h, no Engenhão. Nem mesmo jogar dentro de casa tem ajudado o Botafogo: nos últimos dez jogos no estádio, foram apenas duas vitórias.

O meia Seedorf, principal contratação da equipe nos últimos anos, também não deu sorte. Perdeu os dois jogos que disputou. Depois da derrota para o Vasco, na quarta-feira, o técnico cogitou poupar o atleta, de 36 anos, mas deve escalar o meia para o duelo contra o Figueirense.

Com a falta de gols - o Botafogo não marcou nos últimos três jogos -, o treinador deve abandonar o esquema com apenas um atacante e escalar Elkeson e Rafael Marques. Quem deve, então, perder a vaga no time titular é o meia Vítor Júnior, emprestado pelo Corinthians. Apesar do pouco tempo de Rio, o atleta está sendo processado pelos vizinhos do condomínio onde mora. Segundo a ação, o jogador estaria fazendo seguidas festas em sua casa - em apenas uma semana, teriam sido três.

A derrota para o Vasco rendeu um desfalque sério para Oswaldo. O volante Lucas Zen, que vinha jogando no lugar do lesionado Marcelo Mattos, rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo e só deve voltar a jogar no ano que vem. O zagueiro Antônio Carlos, suspenso, também não enfrenta o time de Santa Catarina.

O jogo deste sábado poderia marcar o reencontro da torcida com o ídolo Loco Abreu, emprestado ao Figueirense. Mas, devido a um acordo entre as duas equipes, o uruguaio não pode enfrentar o Botafogo.

Os jogadores sabem que precisam se recuperar. "Se não pensarmos nesses pontos agora, podemos ficar fora da Libertadores por causa deles", disse o meia Andrezinho, que confia também no título. "Já vimos equipes em décimo, nono lugar, agora ou até mais para a frente, brigarem por titulo no fim. É mais difícil? É. Mas é possível", afirmou.

 

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