Primeira ação de torcedor da Lusa na Justiça comum é rejeitada por juíza

Processo ajuizado pelo advogado Marcelo Azem Mofarrej já está extinto

O Estado de S. Paulo

08 de janeiro de 2014 | 22h20

SÃO PAULO - A juíza Priscila Buso Faccinetto, da 40ª Vara Cível de São Paulo, negou a primeira ação movida na Justiça comum para culpar a CBF, e não a Portuguesa, pela escalação irregular do meia Héverton, a perda de quatro pontos e o rebaixamento para a Série B.

O processo ajuizado pelo advogado Marcelo Azem Mofarrej já está extinto. "O autor, na qualidade de torcedor, e não sendo um representante efetivo e regular do citado clube, pessoalmente não possui legitimidade para a discussão desta matéria em juízo", afirmou a juíza.

A derrota não abateu o movimento "Todos Vamos à Luta", que organiza as ações dos torcedores na Justiça comum. Os líderes do grupo dizem que a ação foi movida contra a CBF e visava a uma liminar para a Portuguesa disputar a Série A. As ações do movimento, por outro lado, baseiam-se no descumprimento do Estatuto do Torcedor.

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