Cesar Greco/Divulgação
Cesar Greco/Divulgação

Protesto da torcida contra Nobre é injusto, diz Alberto Valentim

Técnico interino lamentou a postura e lembrou que o time luta pelas primeiras posições

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

29 de maio de 2014 | 12h48

SÃO PAULO - Depois da derrota do Palmeiras para o Botafogo por 2 a 0, na última quarta-feira, a saída do presidente Paulo Nobre do estádio Prudentão foi bastante conturbada. O dirigente acabou cercado por alguns torcedores, foi bastante xingado e precisou de auxílio da polícia para deixar o local.

Nobre estava nas tribunas do estádio ao lado do técnico Ricardo Gareca, mas o treinador deixou o local um pouco antes e escapou da confusão. Ao final da partida, os torcedores, ainda na arquibancada, vaiaram o time. O interino Alberto Valentim lamentou a postura e negou que a equipe merecesse as críticas.

"Não acho válido (os protestos) pela campanha que fizemos, brigando para estar entre os primeiros, e pelo jogo que fizemos contra o Botafogo", disse o treinador. "Quem analisar friamente, vai ver que jogamos bem", completou.

Em seguida, Alberto disse entender a postura dos torcedores, mas pediu paciência. "No Palmeiras, não existe meio termo. O torcedor é apaixonado e quer ver o time no topo da tabela. Mas precisamos analisar com calma e não podemos achar que estava tudo bom antes e agora está tudo errado por causa de duas derrotas", ponderou.

Alberto Valentim se despede do comando do Palmeiras neste domingo, na partida contra o Grêmio, em Caxias do Sul. Para esse jogo, ele não poderá contar com Wesley, suspenso pela expulsão contra o Botafogo.

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